quarta-feira, 11 de março de 2009

Leituras

«So let there be no doubt: The future belongs to the nation that best educates its citizens -- and my fellow Americans, we have everything we need to be that nation. We have the best universities, the most renowned scholars. We have innovative principals and passionate teachers and gifted students, and we have parents whose only priority is their child's education. We have a legacy of excellence, and an unwavering belief that our children should climb higher than we did.
And yet, despite resources that are unmatched anywhere in the world, we've let our grades slip, our schools crumble, our teacher quality fall short, and other nations outpace us. Let me give you a few statistics. In 8th grade math, we've fallen to 9th place. Singapore's middle-schoolers outperform ours three to one. Just a third of our 13- and 14-year-olds can read as well as they should. And year after year, a stubborn gap persists between how well white students are doing compared to their African American and Latino classmates. The relative decline of American education is untenable for our economy, it's unsustainable for our democracy, it's unacceptable for our children -- and we can't afford to let it continue.
What's at stake is nothing less than the American Dream. It's what drew my father and so many of your fathers and mothers to our shores in pursuit of an education. It's what led Linda Brown and Gonzalo and Felicitas Mendez to bear the standard of all who were attending separate and unequal schools. It's what has led generations of Americans to take on that extra job, to sacrifice the small pleasures, to scrimp and save wherever they can, in hopes of putting away enough, just enough, to give their child the education that they never had. It's that most American of ideas, that with the right education, a child of any race, any faith, any station, can overcome whatever barriers stand in their way and fulfill their God-given potential.»

Obama Barack, Presidente dos EUA, na U.S. Hispanic Chamber of Commerce
(leia o resto do discurso aqui)

3 comentários:

João D Menezes disse...

O SONHO DE PORTUGAL

Recentemente ouvi falar que a republica não serve, que a monarquia é que sim, com o devido respeito que tenho por outras opiniões, ora isto não faz sentido algum.

O que é preciso é gente capaz e honesta que olhe para os problemas do país como se fossem os seus mais urgentes a resolver.

A monarquia portuguesa depois de D. João II foi sempre a derreter, pouco ou nada contribuiram para o bom uso das riquezas provenientes do além mar. E agora que contributo daria à situação calamitosa deste país, nenhum!

É preciso é produzir, e educar os nossos a melhor produzir e a preocuparem-se uns com os outros e não promoverem este tropel que é de crua gente...

- Independência energética
- Educação a sério e com respeito pelos professores
- Industria especializada com recurso à robótica e energias produzidas no país
- Aproveitar países como Angola e Moçambique para realizar investimentos no sentido de aumentar a produção de matérias primas nestes países, usá-las e ao mesmo tempo ajudar estes países a melhorar a sua condição que actualmente na sua maioria é desumana
etc
etc
- corrigir os males da justiça, e caçar impiedosamente quem a tente corromper
- Instalem mais centrais de biomassa, criem um circuito de abastecimento destas centrais informem as pessoas (usem os panfletos de propaganda para isso), estudem as centrais nucleares objectivamente, façam acontecer e NÃO DEIXEM QUE SE CRIEM NICHOS PARA DETERMINADOS GRUPOS ABSORVEREM ESTES INVESTIMENTOS ALARGUEM AS POSSÌBILIDADES A TODOS OS CIDADÃOS
O ESTADO QUE CRIE INDUSTRIA QUE PRODUZA PAINEIS SOLARES E OS DISTRIBUA A PREÇO DE CUSTO
PRODUZAM TUDO O QUE NOS PERMITA TORNAR MAIS INDEPENDENTES DO MUNDO EXTERIOR A ESTE PAÍS!!!

ORGANIZEM-SE
E
GASTEM BEM

JÁ VIRAM BEM A EVOLUÇÃO DA DIVIDA EXTERNA DE PORTUGAL??? CRESCE QUASE €2.000.000.000,00 AO ANO OU COISA PARECIDA

COMO PRETENDEMOS PAGAR ISTO NO FUTURO???

TEMOS DE AGIR RAPIDAMENTE E EM CONSCIENCIA

As minhas desculpas pelo desabafo, mas se não nos manifestarmos de algum modo, isto não anda para a frente certamente.

Façam bom uso das ferramentas que vos sejam postas à disposição, não parem, pois o sonho americano não é distinto do de Portugal.

Slayer disse...

Em seguimento à opinião anterior.
Recentemente Medina Carreira referiu que um país como o nosso beneficiaria mais de um sistema Presidencialista, do que com o sistema actual. Quer-me parecer que não será mal pensado, seria sempre menos gente a comer $.

Portugal não tem crescimento adequado, não produz e vive dos serviços, é demasiado solidário para as posses que tem. Vive centralizado em Lisboa, tem uma justiça fraca e uma inspecção ainda mais fraca.
Portugal é o que é porque os portugueses querem, não vale a pena culpar apenas os políticos, onde estão os portugueses do 25 de Abril? Onde estão os revolucionários?
O "comunitarismo" acabou, reina a individualidade, é cada por si, ainda no ano passado foi capa no JN, "portugueses coadunam com o trafico de influências", aponta-se o dedo à corrupção, crimes económicos e à cunha, mas esquecem-se que os políticos nasceram na mesma sociedade que coaduna com isso. Sem esquecer que acabar com esse parasitismo, não dá votos e faz cair governos!

Apesar de eu não me rever na direita, a Manuela Ferreira Leite acaba por ter alguma razão "Portugal precisava de suspender a democracia durante 6 meses", todos sabemos que o português para andar, precisa de ser picado, caso contrário só sabe é chorar-se. Contudo se viver no estrangeiro, sujeita-se a tudo e mais alguma coisa, até no Iraque residem alguns portugueses! As choradeiras onde estão?

Mas convém não esquecer os lobbies, Portugal é um país onde reinam as forças ocultas que o Sócrates falou e rapidamente se calou sem apontar o dedo a ninguém. Estas forças ocultas para os conspiradores são apontadas como a maçonaria, mas a realidade é que são os grandes lobbies que nos governam de forma mais ou menos indirecta.

Indo a outro assunto, tenho seguido este partido (MEP) e outro recém-formado, mas o "humanismo" assusta-me um pouco, pois ser solidário infelizmente envolve subsídios e dinheiros, brandura e demasiada benevolência. Não tenho portanto a certeza se é nisto que as politicas poderão vir a reflectir-se. Procura algum esclarecimento sff.

Henrique Joaquim disse...

caríssimo Slayer concordo com tudo o que diz excepto no que se refere à Solidariedade. O que afirma é demasiado redutor pq ser solidário é muito mais que dar subídios. Tem razão quanto às más práticas que temos visto e às demagogias que ouvimos (nomeadamente do CDS que quase chama preguiçosos a todos os beneficiários do RSI). O que está em causa não é se tems ou não de ser solidários. Por não sê-lo estamos onde estamos. O que está em causa é re-criarmos políticas sociais que promovam e acreditem nas pessoas e não as tratem à partida como pobres coitados tornando-os mais dependentes. De qq modo obrigado pela sua reflexão que a todos tem de nos fazer despertar!