Segunda-feira, 26 de Maio de 2008

Blogging

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No passado dia 14, na Assembleia da República, o CDS apresentou um projecto de lei que visa reconhecer às escolas a autonomia necessária para o desenvolvimento de um projecto educativo próprio, estabelecer um regime de avaliação das escolas e dos alunos e consequente aumento da qualidade do ensino, e possibilitar aos pais a escolha da escola dos filhos. O projecto foi rejeitado com o voto contra do PS, PCP e BE (e favorável do CDS e PSD). Lemos no PÚBLICO que Paulo Portas referiu a necessidade da escolha da escola como forma de garantir aos pais pobres a liberdade de escolha a que têm direito e que lhes é factualmente vedada (ao contrário dos pais ricos que, podendo pagar propinas elevadas, podem sempre matricular os filhos em escolas privadas em detrimento das estatais). Em jeito de resposta, o deputado do PS, Bravo Nico, observou que o importante é que os filhos das famílias ricas tenham confiança na escola pública.
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Na Suécia não se pensa como pensam os socialistas portugueses. Empenhados em proporcionar a melhor educação possível às crianças suecas, os políticos já concluiram que o importante é que as famílias tenham confiança nas escolas. Ponto final. Foi isto... (continue a ler)

Nova sede do MEP no Porto


Domingo, 25 de Maio de 2008

Vanessa

Vanessa Fernandes bate em Espanha recorde de vitórias da Taça do Mundo de Triatlo

Blogging

"O que mais me tocou na entrevista foi o facto de James Woodard ter solicitado às
autoridades judiciais, em diversos momentos dos longos 27 anos que "viveu" na
prisão, que lhe fosse concedida a liberdade condicional e de a mesma lhe ter
sido negada por este homem nunca ter aceite ser culpado. Bastaria que assumisse
a culpa e o seu pedido teria tido provimento!
O entrevistador perguntou-lhe porque razão não o fez? E James Woodard respondeu que a verdade é superior à liberdade, que a dignidade de um homem não se compra com mentira. Magnifico e raro pensamento, ainda mais impressionante vindo de alguém que recusou a liberdade condicional para um dia, que felizmente aconteceu, poder dizer que a verdade é fundamental na vida!
O entrevistador perguntou-lhe, então, onde tinha ido buscar força para esperar. James Woodard explicou que a força foi alimentada pela esperança de a justiça reconhecer um dia a brutal injustiça cometida. E assim foi. Hoje é um homem verdadeiramente livre!"

Sábado, 24 de Maio de 2008

LZR: somou 35 recordes mundiais de natação e é fabricado em Portugal




"No entanto, a etiqueta "Made in Portugal, Fabriqué au Portugal" foi uma descoberta surpreendente para Sara Oliveira, a primeira e única nadadora portuguesa a experimentar o LZR da Speedo e a registar um recorde nacional com o fato, no campeonato do mundo de natação, em Manchester.

Foi, também, uma descoberta acidental. Sara estava em casa, a tentar ler a etiqueta para perceber de que material era feito o equipamento utilizado nas melhores marcas mundiais registadas desde Janeiro quando percebeu que tinha nas mãos um produto industrial português.

Em Abril, durante os mundiais, quando começou a desejar ter, também, um dos fatos mais usados em todas as meias-finais e finais do evento, nunca imaginou que o fabricante estivesse a 30 km de casa. "Limitava-me a vê-los passar, em especial no departamento de fisioterapia e massagens dos Estados Unidos, que ficava mesmo ao lado do português e onde havia malas cheias de LZR", recorda."

in "Expresso"

Sexta-feira, 23 de Maio de 2008

CO2: empresas portuguesas abaixo dos limites

"As empresas portuguesas emitiram em 2007 menos 6.97 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) que o previsto no plano nacional de atribuição de licenças de emissão (PNALE), informou esta sexta-feira a Comissão Europeia, em Bruxelas, escreve a Lusa.
Em termos absolutos, as 260 empresas portuguesas incluídas no PNALE em 2007 podiam ter emitido 38.161.413 milhões de toneladas de CO2, tendo-se ficado pelas 31.183.076 milhões de toneladas.
A redução de emissões em Portugal contraria a tendência das empresas da União Europeia (UE) que, em média, aumentaram 0,68 por cento as suas emissões em relação ao permitido pelos planos de atribuição de licenças de emissão. "


Proposta para o serão

"Os candidatos à liderança do PSD vão defrontar-se hoje pela primeira vez num debate televisivo, na TVI, após terem entregue 1500 assinaturas e uma moção de estratégia global na sede nacional do partido.

A TVI informou que o debate vai realizar-se durante o Jornal Nacional, que começa às 20h00 horas, e contará com todos os candidatos que tenham formalizado a candidatura."

Quinta-feira, 22 de Maio de 2008

Hope

Via Bicho Carpinteiro

Quarta-feira, 21 de Maio de 2008

Portugal é o 7º país mais pacífico

O Global Peace Index (GPI) é calculado pela Economist Intelligence Unit e é composto por 24 indicadores de quantidade e de qualidade que combinam factores internos e externos aos países, desde a despesa com a defesa nacional até às relações com os países vizinhos e respeito pelos Direitos Humanos.


As poucas tentativas de calcular este índice (2007 e 2008), explicam-se em parte pela dificuldade em encontrar um conceito de paz. Evoluindo o conceito de paz negativa (ausência de violência), intuitivo e facilmente calculável, e identificando, a partir deste, as estruturas e instituições que contribuem para a criação e manutenção da paz, será possível elaborar o seu contra conceito de paz positiva e chegar ao índice apresentado, que pretende ser um primeiro passo nessa direcção.

Refira-se ainda que, de 2007 para 2008, Portugal subiu 2 posições no ranking que passou também a considerar mais 16 países.

Governo ouviu a proposta do MEP

Dois dias depois do MEP propor a manutenção das tarifas dos transportes colectivos, o primeiro-ministro anunciou hoje, no debate quinzenal no Parlamento, o congelamento até ao fim do ano dos passes sociais nos transportes públicos.

O MEP congratula-se com a decisão que, como defendeu, ainda que não sendo desejável nem sustentável a generalização deste tipo de intervencionismo do Estado sobre o mercado, privilegia uma forma de minimização do impacto social da actual escalada dos preços dos combustíveis em Portugal e justifica-se por estar em causa uma situação limite para a qual era preciso encontrar uma solução urgente, pontual e necessariamente limitada no tempo.

Terça-feira, 20 de Maio de 2008

Leituras

"Faz sentido que se investigue o processo de formação do preço final. Faz, igualmente, sentido que se pondere a hipótese de alterar a estrutura da carga fiscal. Não nos iludamos, contudo. O preço dos combustíveis não voltará aos níveis anteriores, pelo menos nos tempos imediatos. E que sentido faz protestarmos contra os preços altos e continuarmos a circular apenas com uma pessoa por carro? Ou circular a alta velocidade, aumentando o consumo numa percentagem superior à do aumento do preço do combustível? Que tal olharmos para nós antes de culpar o governo?

(...)

Que tal ser optimista e admitir que há males que vêm por bem? Desde que queiramos, obviamente!"


"Neste conflito com a Leya, a APEL tem um problema inultrapassável: a sua própria incompetência. Se a Feira do Livro que ela organiza fosse um evento absolutamente extraordinário e sempre surpreendente, era natural que as pessoas se indignassem com a chegada do Adamastor, que pede outras regras para a festa. Mas a Feira do Livro, é a Feira do Livro. Sempre a mesma. Sempre igual. A Leya não está propriamente a querer colocar uma marquise de alumínio na Torre de Belém. Está apenas a recusar misturar a sua marca com a arquitectura boçal daquele espaço. A APEL - que todos os anos embolsa alegremente 200 mil euros da câmara e milhares de euros por cada barraca - tem uma forma esquisita de brincar ao Monopólio: à medida que as editoras crescem, ela deixa-as comprar mais e mais casinhas (há editoras com cinco e seis stands), mas ai de quem se atreva a trocar as casinhas por um hotel. É uma mentalidade pequenina, pobrezinha e invejosa - e não faltam livros sobre isso."

Eleições americanas

Apesar de não ser uma noite eleitoral de grandes expectativas, mais logo estarei por cá para a ir comentando. A grande expectativa para hoje será ouvir o discurso de Barack Obama no Iowa. Sobre o resto, parece não haver dúvidas em relação aos resultados, com uma vitória esmagadora de Hillary Clinton no Kentucky e uma vantagem confortável para Obama no Oregon.

Ainda que sem a emoção de outras noites desde Janeiro, as eleições de hoje no Kentucky e no Oregon têm, na blogosfera, algum em comum com as anteriores. Trata-se da cobertura informativa absolutamente idónea do Nuno Gouveia através do blogue que criou no âmbito da sua dissertação de mestrado. Tem sido paragem certa para mim nestas noites americanas e hoje tornará a sê-lo, mesmo mantendo a dúvida se a corrida democrata durará ou não para além das próximas 24 horas e "desconfiando vagamente" do desfecho que terá em qualquer que seja o ponto da história futura onde ele se situe.

Cidadãos estrangeiros investigadores

Informação sobre obtenção de vistos e autorização de residência – Investigadores, docentes do ensino superior e outros cidadãos estrangeiros qualificados (site da Secretaria-geral do MCTES)
Information on obtaining visas and residence permit for Portugal - Researchers, professors of higher education and other qualified foreign citizens. (on this site)

Estudo propõe alargamento do apoio antes da pré-primária e maior articulação entre serviços sociais e educativos

No relatório de que se fala hoje sobre educação, o destaque noticioso tem assentado na questão de fundir os dois primeiros ciclos do ensino básico, tarefa que implicará um mundo de reformas a começar pelos cursos dos próprios professores nas universidades. Bom, mas o que nos traz aqui não é tanto debater essa questão, é antes defender que talvez algo bem menos contestável e provavelmente mais importante (pelo menos mais urgente) também defendido no dito relatório está condenado a ficar relegado para segundo plano, figurando apenas nas últimas linhas da notícia do Expresso. Passamos a citar:

“O documento recomenda ainda o alargamento dos apoios destinados às crianças dos zero aos 3 anos de idade, a profissionalização das amas, uma melhor oferta de ocupação de tempos livres e uma articulação entre serviços sociais e serviços educativos que “ultrapasse a tradicional associação de serviços de carácter social às populações mais carenciadas e de serviços educativos às mais favorecidas”.

Aliás, “desarticulação” é a palavra mais usada pelos autores do estudo para resumir as “áreas problemáticas” da educação das crianças dos zero aos 12 anos, por exemplo entre as políticas que influenciam a vida das crianças: saúde, segurança social, educação, família, emprego, etc. “

É assim que também se destrói o impulso político para fazer o que é preciso. Por isso a nossa outra manchete no título deste artigo.

O Plano Tecnológico Nacional, Cultura e Inclusão

José Carlos Zorrinho o coordenador  do Plano Tecnológico falando sobre o tema Sociedade de Informação e Redes Competitivas na Faculdade de Letras na Universidade de Lisboa em 19 de Maio revelou dois aspectos importantes e menos óbvios do Plano, a saber,


1. Que os aspectos da justiça social e da distribuição da riqueza não fazem parte das preocupações do Plano.

2. O sector da Cultura e das chamadas Industrias Culturais não foi considerado devido à sua incipiência e fragmentação.

Começo pelo segundo aspecto. José Carlos Zorrinho apresenta o Plano Tecnológico como uma narrativa assente na natureza de ser português. Esta aproximação é evidentemente uma inovação relativamente a uma visão tecnocrática de definição de grandes objectivos estratégicos para o país. Se não pusermos em causa se o governo viu bem os elementos relevantes da nossa identidade ou se são lugares comuns que pelo contrário a obscurecem, teremos de louvar que seja esse o ponto de partida. Mas se o Plano Tecnológico se assume como uma narrativa importa saber qual a  legitimidade do narrador.

A identidade duma comunidade está assente na sua memória e naquilo que, da sua história, essa comunidade destaca como relevante: a narrativa sobre o seu passado. Mas a identidade é sobretudo presente e forja-se na alteridade: uma narrativa sobre nós próprios em relação ao outro ao que nos diferencia. A terceira componente da identidade prende-se com o futuro que é também a dimensão da promessa e do compromisso: uma narrativa mobilizadora sobre as possibilidades duma comunidade no futuro.

Quando se assume o Plano Tecnológico como narrativa o ênfase está naturalmente no futuro mas as outras duas componentes de narrativa de presente e passado estão subjacentes. A eficácia e mesmo a fecundidade duma narrativa mede-se pela sua capacidade de mobilização e esta por sua vez depende da maneira como nos sentimos "representados" na narrativa.

A eficácia do  narrador do Plano Tecnológico, a capacidade de mobilização do governo para os objectivos e desafios nele contidos está dependente da forma como os portugueses se vêm representados na narrativa. Dependem de o plano ter sido feito "de baixo para cima" ou "de cima para baixo".

António Ferro, Director do Secretariado Nacional da Propaganda mais tarde Secretariado Nacional da Informação (SNI) de Salazar foi responsável pela maior revisão histórica portuguesa do sec XX. O revisionismo cultural de Ferro que servia naturalmente as necessidades políticas do regime não caiu com o 25 de Abril e as permanências assumem hoje a forma dos lugares comuns sobre a nossa identidade.

O Plano Tecnológico e a Estratégia de Lisboa é uma oportunidade perdida de rever os lugares comuns e ao mesmo tempo criar uma narrativa mobilizadora.

As desconsideração da dimensão cultural ancorada na fragmentação e incipiência do sector, coisa que justificaria a política oposta, revela uma significativa miopia política relativamente ao impacto do sector cultural na criatividade e inovação nas sociedades contemporâneas o que seria passável se o Plano se assumisse como um exercício tecnocrático de pensar o futuro de Portugal num mundo global. Considerado como uma narrativa a ausência da cultura faz do Plano Tecnológico  um produto errado na embalagem certa.

O mesmo espírito parece estar presente na abordagem das questões de justiça social. Como fazer um programa para a competitividade sem abordar as questões da distribuição da riqueza e da inclusão? Num mundo cada vez mais globalizado, numa Europa que envelhece devido a uma taxa de natalidade inferior à da mortalidade, num Portugal que se quer pensar numa escala da Lusofonia a questão  da inclusão e do diálogo intercultural é central. O "outro" é uma oportunidade  ou  uma ameaça, cidadania e negociação de espaço público fazem a diferença. Esta questão política central reconduz-nos às questões culturais de que falámos antes. Diversidade gera criatividade e esta gera uma cultura vibrante e cidades e economias competitivas. O nosso plano tecnológico passando ao lado disto parece deitar fora o bébé com a água do banho.

José da Costa Ramos

Segunda-feira, 19 de Maio de 2008

Makalu 8463m


Manutenção das tarifas dos transportes colectivos

COMUNICADO DE IMPRENSA
(19 Maio de 2008)


MEP defende intervenção do Estado no sentido de suportar a manutenção das tarifas dos transportes colectivos



As empresas de transportes colectivos solicitaram autorização ao Governo para um aumento de 6% nas suas tarifas. O MEP defende que o Governo deve suportar o aumento de encargos que vier a ser acordado, no quadro do serviço público de transportes, privilegiando esta forma de minimização do impacto social da actual escalada dos preços dos combustíveis em Portugal.


1. O actual movimento de subida dos preços dos combustíveis é uma consequência da evolução dos mercados internacionais cujo controlo não depende de medidas do governo português. A situação deve, contudo, ser acompanhada atentamente e deve mobilizar o Estado pois afecta de forma muito diferenciada os portugueses.



2. O Estado tem a particular responsabilidade de identificar e prosseguir objectivos estratégicos com vista a ultrapassar os factores que levam à vulnerabilidade nacional, bem como objectivos de curto prazo que atentem na minimização das consequências extremas sobre cidadãos e empresas.


3. O MEP, perante a necessidade de estabelecer prioridades nas formas de intervenção do Estado, defende que este deve suportar o aumento das tarifas dos transportes colectivos justificado pelo actual cenário de incremento acentuado dos respectivos custos operacionais.
Esta medida permite, com vantagem sobre uma descida indiscriminada dos preços dos
combustíveis:


  • Reforçar a competitividade dos transportes colectivos sinalizando que representam uma forma mais racional de utilização dos recursos por parte da comunidade;

  • Discriminar positivamente os utentes dos transporte colectivos, entre os quais cremos estarem sobre-representadas famílias com maiores dificuldades económicas e para as quais este tipo de transporte é cada vez mais o único de que efectivamente dispõem.

  • "Melhorar a sustentabilidade ambiental através do estímulo à utilização dos transportes públicos os quais reduzem os impactos negativos, sobre o meio ambiente, da mobilidade humana."

4. Não sendo desejável nem sustentável a generalização deste tipo de intervencionismo do Estado sobre o mercado, o MEP não abdica de o defender quando estão em causa situações limite para as quais é preciso encontrar soluções urgentes, pontuais e necessariamente limitadas no tempo. A acordar-se que o Estado assuma os encargos associados a um aumento de 6% nos preços dos transportes colectivos (incluindo CP, Metros de Lisboa e Porto, além das empresas associadas da ANTROP com a qual o Estado tem um acordo de actualização de preços semi-automático) estimamos que o impacto financeiro se cifre em menos de 40 milhões de euros.


5. Sublinhamos que com esta proposta estamos a preterir, em termos de prioridades, a intervenção do Estado no sentido da descida generalizada da carga fiscal aplicada aos combustíveis.


6 . Estamos convictos de que a medida que propomos cumpre com o papel de minimizar o impacto social da actual crise, potenciando ainda o impacto de outras acções de carácter mais estrutural que urge dinamizar e sobre as quais em devido tempo nos pronunciaremos.

Blogging

"O que aí se defendia era a necessidade de a Europa e os EUA se virarem para a América do Sul e para África. Virarem-se para países daqueles dois continentes que precisam de toda a colaboração no seu esforço para largar a pobreza. Países com forte influência ocidental, que não quererão concorrer com o Ocidente, mas fazer parte dele. "

"Os anos 80 e 90, depois de um século XX profundamente ideologizado, estavam maduros para este cinema individualista. É a época em que Margaret Thatcher diz "there is no such thing as a society" e triunfam os yuppies. Indy Jones foi a resposta de Hollywood ao ar do tempo, cruzando duas figuras míticas da cultura de massas americana: o detective solitário e o cowboy errante."

"Vive-se dentro dos partidos políticos - à excepção do PC que, em caso de complicação, expulsa - um clima parecido com as "lojas dos trezentos". Coexiste de tudo e, na hora de votar, vale mesmo tudo."

Coisas difíceis de entender

"A Associação SOL acolhe, actualmente, 21 crianças infectadas ou afectadas pelo vírus da sida. Mas, oficialmente, só está autorizada a acolher onze. E é este o número de crianças abrangidas pelo apoio do Governo. "Dizem que tenho crianças a mais", critica Teresa d'Almeida. Mas "continuam a pôr lá crianças, porque nós não vamos com uma rede de caçar borboletas buscar as crianças. Elas são postas lá pelo Tribunal ou Comissão de Menores, ou seja, pelo sistema e, depois, é o próprio sistema que diz que nós estamos com crianças a mais e não nos ajuda", lamenta a presidente."


in, DN

Sábado, 17 de Maio de 2008

O MEP vai à bola

Se já tem bilhete para o jogo da final da Taça de Portugal, que amanhã se realiza no Estádio Nacional, então não se esqueça de levar um outro bilhete, o de identidade... É que o MEP vai estar por lá a recolher assinaturas.

Até amanhã!