sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Encontre as diferenças...

Um vídeo para ver até ao fim (são só quatro minutos)



37 comentários:

Anónimo disse...

Mas o que é isto?
O MEP já se está a deixar ir pela corrente?!
Já não fazem politica pela positiva, e com as suas ideias?

Assim não... Assim são apenas mais um...

Eu tenho votado PS... Nas Europeias votei MEP... Nas proximas, não vou voltar a votar MEP... Com os dois ultimos posts neste blog, estão a demonstrar que se chegarem ao Parlamento vão ser igual aos outros...

Anónimo disse...

É lá... Até o MEP já tem assessores do Primeiro-Ministro a defender a sua dama no blog? Nunca imaginei que o desespero chegasse tão longe!

Anónimo disse...

Realmente.... Em que adiante este post para "Construir Portugal"?

O que adianta este post para esclarecer os eleitores?

O que adiante este post para apresentar o Programa do MEP?

O que adianta este post no sentido de apontar o que está mal sugerindo alternativas, sempre na base da crítica construtiva?

Carlos Albuquerque disse...

"O que adianta este post no sentido de apontar o que está mal sugerindo alternativas, sempre na base da crítica construtiva?"

A resposta está no vídeo:

O que está mal: interferir com os órgãos de comunicação social, usando o governo de Portugal para exercer pressões para que determinados comentadores ou jornalistas sejam afastados.

Alternativas: contestar formalmente os erros factuais e abster-se de outras pressões.

Para construir Portugal há que denunciar as tentativas de silenciar uma comunicação social livre. Que é aliás o que o senhor do vídeo faz.

Será que os anónimos que contestam este post estão a dizer é que este discurso do vídeo é negativo?

Anónimo disse...

O que eu (o anónimo inicial) estou a dizer é que o MEP se estava a caracterizar como um partido de construção, que debatia ideias, que levava as suas ideias a debate seja contra o PPM ou o PS ou PSD... Era um partido pela positiva, não de "oposição" mas sim de "construção"...
Um partido que discutia o que é importante para o país... Não assuntos parvos como um fim de um programa que a própria ERC já tinha multado, e que de jornalistico pouco tinha...

Mesmo se existisse um dedo de Sócrates no fim de MMG (o que seria estupido nesta altura... Mais cedo não metia a mnh mao no fogo... Mas agora seria suicidio), existia uma diferença com o que aconteceu com Pedro Santana Lopes...
Marcelo Rebelo de Sousa era comentador... Esta lá para comentar...
Manuela Moura Guedes era jornalista... Estava lá para relatar, mas o que ela fazia era comentar...

Se lhe deram um espaço de comentário, até mesmo em horário nobre, não terei nada contra!

O que tenho contra é um telejornal nada jornalistico, que é multado pela ERC, e que os donos (a Prisa, dona do respeitado El Pais) decidiram não recomeçar (é que nem foi acabar... Foi nao recomeçar).

Anónimo disse...

Isto é contraditório relativamente à política pela positiva de que tanto falam! Isto corresponde á forma de fazer política 'à moda antiga'! Votei MEP nas europeias...começo a ter dúvidas!

Anónimo disse...

Infelizmente concordo com o que aqui tem vindo a ser dito pelos diversos "anónimos". Com este género de posts não promovem a boa campanha que no último ano têm vindo a concretizar e que a tanta gente tem tocado de maneira a ser possível voltar a ganhar ânimo pela política portuguesa. Neste momento também já tenho dúvidas se o MEP realmente merece outra vez o meu voto. Acredito profundamente nos vossos ideais e ideias e tenho pena que se estejam a deixar contagiar pelo resto do espectro político português. Dêem menos importância a estes assuntos e voltem com a política positiva de que estávamos habituados. Voltem também com o contacto afectuoso para com as pessoas e asseguro-vos que aí conseguem outra vez os 55 000 votos e provavelmente até mais. É só um conselho de alguém que ainda não perdeu a esperança...

Carlos Albuquerque disse...

Caro anónimo das 15:02:

A liberdade de expressão e a liberdade de imprensa em democracia não são assuntos parvos.

Quanto à estupidez de fazer agora alguma coisa contra MMG, sugiro este texto da Helena Matos.

Quanto ao que move a Prisa, sugiro este artigo do Pedro Santos Guerreiro.

Carlos Albuquerque disse...

Quanto aos outros anónimos, diria para já que a liberdade de imprensa é algo tão importante em democracia que não pode ser passado em claro.

Anónimo disse...

Acho bom que não nos esqueçamos das coisas que consideramos importantes.
Continuo a confiar o meu voto ao MEP. Confio também que este seja o único post que faça um ataque pessoal a alguém. Conto com o MEP para que os grandes temas nacionais venham à baila nesta campanha.
Não deixo contudo de expressar o meu desagrado relativamente à intervenção do governo na comunicação social, caso se venha a confirmar que ocorreu!

Carlos Albuquerque disse...

Caro anónimo das 18:47:

Onde é que houve um ataque pessoal neste post?

Carlos Albuquerque disse...

Parece que há outras pessoas que também prezam a liberdade de imprensa.

Anonimo Original disse...

Mas oh Carlos Albuquerque, qual "liberdade de imprensa"?

A PRISA é dona do El Pais... Conhece? É dos melhores jornais da Europa!!

Você viu o anuncio que a TVI ia pôr para anunciar o fantástico "return" de Manuela Moura Guedes?

A PRISA claramente não queria ver aquilo ligado ao seu grupo!

Liberdade de Imprensa era se o Governo tivesse precionado a Prisa para despedir MMG... E claramente isso não aconteceu... Se Socrates fizesse isso, já tinha sido a muito tempo.. Nao era agora em cima das eleicoes...

O Governo teve tanta culpa deste despedimento com de outros despedimentos de outras empresas privadas!


Agora volte lá ao seu modo de "construção" em vez deste de "oposição" e "destruição" que pode ser que ainda recupere um voto...

Carlos Albuquerque disse...

Caro anónimo original

Presumo que está a criticar o que José Sócrates disse do governo de Santana Lopes, pois claramente ele também não teve nenhuma culpa no afastamento de Marcelo Rebelo de Sousa.

Veja lá que na altura José Sócrates até terá dito:

“As críticas de membros do Governo aos comentários políticos de Marcelo Rebelo de Sousa e as eventuais interferências do executivo na saída desse comentador” proporcionaram “um espectáculo de enorme balbúrdia”. ”Em seis anos que estive nos governos de António Guterres, nunca aconteceu uma coisa destas. Isto que se passou com o actual Governo foi mau demais”.

“Houve uma queixa do Governo que levou ao silêncio de um comentador, uma acção do Governo para reprimir uma livre crítica. Não me lembro de um episódio tão triste e que envergonhe tanto a democracia”.

O Original disse...

Caro Carlos,

Primeiro tenho de referir que de facto não foi o Primeiro Ministro Santana Lopes que fez as pressões, mas foi provado que foi um membro do Governo...

Depois, é preciso separar algo muito claro:
Marcelo Rebelo de Sousa era um comentador... Tinha um espaço de comentário.
Manuela Moura Guedes era, supostamente, jornalista... O seu dever era relatar acontecimentos... O que ela fazia era comentar com opiniões próprias num espaço que não era disso...
Se fizerem um espaço de comentário para MMG, não vejo problema algum!

Joao Ricardo Lopes disse...

Caro Carlos Albuquerque e demais comentadores (pena assinarem como anónimos, mas estão no seu direito).
Não acho que venha mal ao mundo a amostragem de vídeos para realçar factos, quaisquer que sejam. Se o MEP conseguiu passar a menssagem de renovação na forma de fazer política e de intervir na vida nacional, é bom que não perca o rumo e se mantenha atento ao guião inicial mesmo que este seja passível de alterações pontuais e necessárias.
Falar, por escrito, contra o que está mal ou errado. Dar opinião e apresentar ideias construtivas, mesmo que os eruditos comentadores da nossa praça e os principais visados não lhe prestem atenção ou, pura e simplesmente, as ignore.
É minha opinião, que ataques pessoais não levam a lado nenhum e têm efeito só e apenas em mentes com pouca sensibilidade.
Entendo que o combate principal do MEP não é o de derrubar José Sócrates nem o de enaltecer a oposição. O papel do MEP será posicionar-se de modo a poder estar presente no Parlamento e dar o seu contributo e apoio a todas as madidas que sejam condisentes com as suas propostas, venham elas de onde vierem.
Não sei se, por ventura, tiveram oportunidade de ler o que tenho escrito no blogue "Do Alto da Gávea". Se o não fizeram, passem por lá e digam o que pensam.
Procuro sempre dar a minha posição de acordo com a análise que faço.
Não quero continuar a ver o actual PM alardear vaidade e arrogância. Para isso há que arrepiar caminho e demonstrar a todos os que nos são próximos as vantagens de experimentar um caminho novo. Aproveitar o tempo que os outros perdem com guerras tolas, e recrutar os seus "soldados" para as nossas fileiras.
À muito que a liberdade de expressão está ameaçada. Lembram-se do caso do professor que fez uma piada entre colegas?
Atenção amigos! "Os grilhões estão na forja".

Anónimo disse...

Passando o momento de publicidade a um qualquer blog...

Joao Ricardo Lopes disse...

Caro "Anónimo".
Se o choca o facto de chamar atenção para o blogue "Do Alto da Gávea"paciência. Sempre lhe digo que é melhor isso e tornar púlblicas ideias e análises concretas, e não apenas refugiarmo-nos em pequenas expressões muitas vezes sem sentido e provocatórias.
Não foi o seu caso, claro.
Um abraço

Anónimo disse...

Acho negativo o facto de neste blog se estar a insinuar que o Primeiro-ministro ou alguem no PS tenham realizado qualquer influencia junto da Media Capital para se cancelar um jornal. Pode ser certo que esta errado o PM ter vindo fazer ataques directos a um determinado bloco noticioso varias vezes ao longo dos ultimos meses (algo que realmente coloca sobre pressao qualquer grupo empresarial por estarem sobre o olhar do governo) mas o que e certo neste momento e que este PM e este governo e este PS nao efectuaram pressoes directas para se cancelar o JN da TVI ou para silenciar Manuela Moura Guedes. Eu nao sou apoiante do PS e muito menos deste PM mas espero que este genero de atitudes por parte do MEP deixe de acontecer porque senao arriscam se a perder votos depois da esperanca que atearam por muitos de nos que gracas a vos voltaram a acreditar que na politica melhor e possivel.

Carlos Albuquerque disse...

Caro anónimo

O discurso do vídeo é muito claro: quando estas coisas acontecem o governo é politicamente responsável.

Só há uma maneira de um primeiro ministro não se expor a este tipo de situações: respeitar os meios de comunicação social.

Ora parece que José Sócrates tem uma tendência natural para intereferir com o trabalho dos jornalistas.

Assim, o caro anónimo compreenderá que nem todos tenham tanta certeza como o caro anónimo relativamente às alegadas interferências do governo na situação da TVI.

Anónimo disse...

Acabou de perder o meu voto, e o meu apoio (que inclusivé já tinha falado com pessoas do MEP) para participar na campanha

Anónimo disse...

(continuação)

E tenho pena de serem os posts do Sr. Carlos Albuquerque que me fizeram mudar o sentido de voto...

Anonimo das 0:00 disse...

Face aquilo que ja foi exposto neste post nao poderei voltar a votar MEP. Infelizmente tenho de concordar com o anterior anonimo. Foram mais as respostas aos coments do Sr. Carlos Alburquerque que me fizeram mudar de voto e nao o post em si, embora nao me tenha agradado a postura do MEP face a este assunto. Eu sei que ninguem e perfeitos mas ha limites e ha alturas em que devemos admitir que estamos errados e voltar a atras.

Anónimo disse...

Parece-me claramente que se está a dar uma importância desmesurada a este post.
Até porque acho o vídeo interessante, para se constatar que este PM (que teve ao longo do seu mandato inúmeras críticas por pressionar a comunicação social, muito antes deste episódio do Jornal Nacional) ter sido muito crítico relativamente ao anterior governo, exactamente por causa desse assunto.

Quanto ao cancelamento do Jornal Nacional nesta altura, acho que não há dúvidas que o maior prejudicado é exactamente o PS.

Joao Ricardo Lopes disse...

Caros amigos.
Parece-me que a situação criada pelo post do C Albuquerque já foi longe de mais.
Do meu ponto de vista, esta-se a entrar no campo das "birrinhas"!
Come se costuma dizer: "quem não se sente, não é filho de boa gente". Deixemos os infantários para as criancinhas, pois que este País não avança com criancices.
A menos que os senhores já se conheçam e as vossas divergências sejam inultarpassáveis.Caso contrário, unan-se agora e ralhem depois.
Ao amigo "anónimo", renovo o que já disse a todos os anónimos, embora respeite o Vosso direito: Mostrem-se!
Quanto ao C. Albuquerque, seja mais plural e escreva o que sente pela sua cabeça. Deixe lá os Vídeos e os textos dos outros.
Leia o que aperece e comente. afinal é para isso que servem os Blogues, ou não?
João Ricardo Lopes- Abraveses/Viseu

Rui NS disse...

Boa tarde a todos,

Intervenho apenas para relembrar que o canal na Internet onde são veiculadas as posições oficiais do MEP sobre qualquer assunto continua a ser o site do MEP (www.mep.pt).

O blogue "Melhor é possível" é um espaço onde os membros do MEP publicam livremente e com a desejável diversidade que no MEP tanto prezamos. Consequentemente, os posts aqui escritos revelam unicamente a opinião dos seus autores.

Anónimo disse...

Joao Ricardo Lopes, quer que mostre o que?!

O Sr. Carlos Albuquerque é candidato pelo MEP?

Carlos Albuquerque disse...

Caros amigos

A questão central do post e comentários é a seguinte: em democracia pode-se ou não discutir a vida pública (presente e passada) do primeiro-ministro?

Joao Ricardo Lopes disse...

Caro Rui NS.
Se por ventura os meus comentários tiveram algo de incorrecto e desrespeitoso, peço desculpas.Sei que não éeste o canal de divulgação das políticas do MEP, mas também não encontro no site umlugar onde se possa debater frontal e abertamente as políticas propostas( a menos que esteja enganado)e onde possamos deixar as nossas sugestões para a melhoria das mesmas.
Sou dos que defende a frontalidade, mesmo que isso custe mutias vezes, a imagem que tenhamos criado de nós próprios.

Anónimo disse...

Caro Carlos,

A questão central é, o MEP agora mudou para o lado daquilo que têm criticado?

Carlos Albuquerque disse...

Caro anónimo

O MEP não mudou.

E, como o Rui NS muito bem explicou, os posts do blog não vinculam o MEP.

O que mudou é que um post reproduziu declarações de José Sócrates na Assembleia da República e apareceram uns comentadores desconhecidos muito incomodados com o facto.

Anónimo disse...

Tenho nos últimos tempos, estado atento ao percurso do MEP. Simpatizo com as suas ideias e propostas, mas uma das coisas que mais me chamou a atenção foi a intenção de fazer política com seriadade. Neste momento pondero entregar o meu voto ao MEP, no entanto, e tal como outros anónimos, não apreciei muito o último post deste blog.
Esta é exactamente a forma de fazer política pela negativa. A meu ver, é imperativo chamar a atenção para o "caso TVI". É uma questão de liberdade de imprensa, um dos pilares fundamentais de uma sociedade democrática. No entanto, é muito importante que se acautele a forma como se fazem estas críticas, denúncias. Era perfeitamente possível ter criticado a situação em questão, sem se ter entrado em acusações infundadas. Sim, sublinho o infundadas, pois de facto poucos serão aqueles que sabem o que (e quem) realmente levou à suspensão do dito jornal nacional da TVI. Todos sabemos que aqui, entrar na onda de acusar Sócrates, é o caminho mais fácil. No entanto, sabemos todos também, que nem sempre o caminho mais fácil, é aquele que é mais correcto e justo.
A posição que eu gostaria/esperaria que o MEP (e seus membros) tivessem tomado, era a da serenidade, e da confiança nas instituições responsáveis pelo esclarecimento da situação em questão (nomeadamente a ERC), não entrando em tentadores julgamentos populares com o intuito aparente de capitalizar votos. Os meios não podem justificar os fins. E a tentação do populismo fácil e oco deve, a meu ver, ser combatida.
Apesar de ter ficado desiludido com esta situação, espero que a mesma seja corrigida de agora em diante. Continuo a acreditar que o MEP poderá vir a ser algo de positivo no panorama nacional. Não poderei, no entanto, deixar de estar atento à vossa caminhada.
Apesar deste percalço, desejo-vos sorte e continuação de bom trabalho.

Joao Ricardo Lopes disse...

Caros amigos.
Só por acaso, viram o debate entre a MFL eo FL ??
Eu vi e comentei(a minha análise)no blogue "Do Alto da Gàvea".
Publicidade? Sim. Admito.

Diogo Costa disse...

Entreguei o meu voto ao MEP nas últimas europeias. Fi-lo com uma enorme vontade e com um grande ânimo porque realmente acredito no MEP e em que "Melhor é Possível". Nestas legislativas vou voltar a votar MEP porque realmente acredito que este é o verdadeiro voto útil. Penso que o MEP vai mostrar na AR que fazer oposição não é só destruir mas deve ser sobretudo "construir". Também como o Anónimo (06/09 das 22h26) acho que as dilacções retiradas deste post são prejudicias ao género de campanha "pela positiva" que o MEP tem vindo a divulgar. O caso "TVI" não deve ser visto de ânimo leve e todos temos direito à nossa opinião mas acho errado tirarem-se conclusões precipitadas e com muitos poucos fundamentos. Mesmo assim e como o Rui NS disse e bem, ISTO é um Blog, um espaço de divulgação de opiniões pessoais e que não reflectem necessariamente a posição oficial do partido. É por isso que o MEP pode contar com o meu voto e tenho a certeza que no dia 27 vamos todos ganhar imensa esperança ao sabermos que o MEP elegeu, pelo menos, 1 deputado. Força! Contem comigo e com muitos milhares de portugueses que depositaram, e irão depositar, o voto em vocês e que a única coisa que não querem é que se tornem igual aos "outros" (preocupação evidenciada em alguns dos comments a este post).

Francisco Correia disse...

Este filme dá para ver a diferença entre o roto e o nu!
Uma coisa é certa: se o PM não tivesse criticado de forma tão veemente o programa da MMG, agora também não se punha tão a jeito que o pessoal desconfiasse sobre as verdadeiras intenções da Media Capital com a decisão da eliminação do referido programa.
Eu irei sempre ficar na dúvida se o PM ou alguém ligado a ele, não meteu uma cunha para que o programa não acabasse à distância temporal de 4 sextas-feiras das legislativas.
É que à mulher de César não basta ser séria...

Aka disse...

A dado momento perdi a vontade de continuar a ler os comentários porque me soaram algo ingénuos, apesar de os seus autores parecerem muito bem informados. Com este vídeo o MEP, partido que estou a "estudar", denuncia a hipocrisia da política nacional como é seu dever, se procura uma abordagem séria. José Sócrates, enquanto deputado do P "S", acusou Santana Lopes de cometer erros que ele próprio, com o seu governo, viria a cometer mais tarde repetidas vezes. Este vídeo denuncia um escândalo de hipocrisia e mesmidade que o Português insiste em ignorar. Escândalo esse que se repete há décadas, desde que há democracia em Portugal.
Com esta denúncia o MEP tem consciência de que está a assumir um compromisso. A grande questão é se será realmente capaz de se manter fiel a ele ou não.

RC disse...

Um post onde se escreve o título "Encontre as diferenças..." e acrecenta "Um vídeo para ver até ao fim (são só quatro minutos)" seguindo-se-lhe uma intervenção em que fala exclusivamente o então secretário geral do PS na Assembleia da República é um ataque pessoal? É motivo para desilusão com a proposta do MEP? Que drama que para aqui vai, ultra-exagerado. Parece até artificial no meio de tanto anonimato, mas mesmo não sendo, eu diria que é apenas um convite à reflexão e um apelo à memória.
Cada um que tire as ilações que entender. A situação é comparável? O que esteve em causa é distinto? No fundo reflicta sobre as diferenças e sobre o que está em causa na relação entre os meidia e o poder político. Os riscos e as ameaças de afectam ambas as partes.
No fundo, obrigado pela iniciativa Carlos.