domingo, 5 de outubro de 2008

Sessão de Encerramento: um novo princípio (II)

Nos discursos de encerramento, Rui Marques falou das tormentas que o optimismo e a esperança do MEP terá de enfrentar sobretudo pela instalação do medo na sociedade portuguesa. Para vencer esse medo, o presidente do partido apelou à coragem dos congressistas. Por o MEP já ser uma realidade em movimento, a presidente da Mesa do Congresso, Margarida Olazabal Cabral, apelou à responsabilidade de cada um na construção do MEP demonstrada pela consistência das propostas e pela coerência das atitudes nas vidas quotidianas.


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O pré-encerramento

Momentos de descontracção antes do encerramento








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Sessão de Encerramento: um novo princípio.

E o Congresso termina com chave de ouro!
- com agradecimentos, que tanto se justificam, à equipa que fez com que acontecesse um Congresso perfeito!
-com um louvor ao Hino do MEP que entusiasma e reflecte tão bem os seus princípios;
-com um desafio a que nos libertemos do medo, e partamos para uma aposta clara de coragem: que não se contente com uma política de mal menor, e aposte numa política de bem maior.

...E com a missão de servir este projecto - Política de Esperança- que acreditamos ser possível, necessário e urgente!
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Moção Estratégica para 2009 (resumo)


O presidente do partido apresentou a sua moção de estratégia MEP 2009 cujas linhas principais são:
- num contexto difícil, os próximos 12 meses representam para o MEP o tempo crucial para a construção da identidade do MEP, para a capacidade de inovar na política e para aperceber apoio que os portugueses lhe quererão dar;
- encarar as adversidades como um desafio;
- a identidade do MEP assenta em 3 pilares estruturantes:
1) O MEP é o mais sério intérprete da "Política da Esperança" afirmando-se como o protagonista da cultura "melhor é possível" assumindo a posição camoniana de árdua esperança como factor de desinstalação face à apatia e à desistência;
2) O MEP será o projecto político que mais relevo dá à justiça social, à coesão e à inclusão assumindo a tónica de uma mesa com lugar para todos. Recusando quer a omnipotê ncia e a omnipresença do Estado quer a suposta eficiência automática do mercado. Para promover a justiça social o MEP é "mais sociedade civil" (ao contrário do "mais Estado" do PS e do "mais mercado do PSD);
3) O MEP apelará para uma nova geração de políticos e uma nova forma de fazer política trazendo para esta caminhada cidadão comuns, gente que entendeu ter chegado o momento de criar uma alternativa, pessoas que, consideram urgente a mudança e não se demitem de lutar por um mundo melhor, pessoas que consideram inadiável assumir a política com sentidode missão e de serviço. Pessoas focadas no bem comum,e que se comprometem sem qualquer superioridade moral, com um novo código de ética política

Mas existem outros traços relevantes da identidade do MEP:
- O MEP é um movimento cívico que pode ir a eleições não querendo perder essa dimensão dinâmica de proximidade e abertura à sociedade civil.
- O MEP é um projecto do século XXI: mulheres e homens têm presença equilibrada na Direcção, Mesa do Congresso e Conselho Nacional, equivalente à proporção de ambos os sexos entre os filiados; não precisa de qualquer imposição externa para procurar eficiência; já nasceu WEB-MEP.
- O MEP é, em si mesmo, uma rede. Organizado de uma forma achatada, sem grande distância entreo topo e as bases, optou por se estruturar em Núcleos que se constituem enquanto nós de uma rede de fluxos.
- Correndo o risco de inovar , o MEP procurará valorizar a criatividade na política. Através da sua comunicação, da sua organização e da sua agenda, o MEP quer e deve consolidar uma imagem de permanente inovação. Recusará naturalmente as manifestações mais retrógradas do debate político e ousará outras formulações e comportamentos, ainda que despertem alguma perplexidade e estranheza.


Os destinatários do MEP:
- todos os que não se revêem nos partidos tradicionais, estando com eles desiludidos, mas que não desistiram de lutar por um país melhor;
- quem votar no MEP vota na esperança e mostra a vontade de participar na construção de um futuro melhor.
- os que lutam por se libertar da pobreza; as famílias que trabalham para dar um futuro melhor aos seus filhos; os seniores que querem continuar a participar activamente na sociedade; os empresários que contra todas as dificuldades, criam emprego e riqueza; os empreendedores e trabalhadores sociais que tornam a solidariedade presente todos os dias, em contextos muito diferentes.

Aproximando-se três ciclos eleitorais as prioridades do MEP:
- o foco essencial para 2009 deve estar nas eleições legislativas. É nelas que o MEP terá a sua principal batalha. É através delas que atingirá o seu objectivo estratégico de entrar na dinâmica política parlamentar, na legislatura de 2009/2013. Afirmamos com toda a clareza: o MEP irá lutar por entrar no Parlamento através da presença de um grupo parlamentar. (2 a 4 deputados) não ambicionando ser “muleta” de ninguém, e procurando ter uma atitude de construção na oposição.
- o programa apresentará o seu programa eleitoral para as eleições legislativas no início de 2009. Da sua estrutura ressaltará a centralidade da luta pela coesão social, baseada na justiça e inclusão sociais, num quadro de aposta no desenvolvimento humano sustentável. Será um programa inspirado na metodologia da construção de uma matriz, na qual as políticas sectoriais (eixos verticais) estarão condicionadas aos sete valores fundamentais do nosso manifesto (eixos horizontais). Em cada célula, indicaremos as medidas de política pública que entendemos serem necessárias para se concretizar aquele princípio (p.e. “uma mesa com lugar para todos”) naquela área sectorial (p.e. “educação”).

- A segunda prioridade, no plano eleitoral, é a eleição para o Parlamento Europeu. Cronologicamente esse será o primeiro momento eleitoral de apresentação do MEP em que os Portugueses se depararão com as propostas políticas do MEP. É importante, por isso, dar a conhecer o MEP ao País. Essa missão é tanto mais legítima quanto o MEP é euro-entusiasta, revendo-se na visão política dos fundadores do projecto europeu (Adenauer, Schuman, Gasperi).

- Em termos de eleições autárquicas, é importante reafirmar que, programaticamente, o MEP atribui a maior importância ao poder local. O princípio da subsidiariedade a isso inspira. Ora essa relevância só é compatível com uma proposta séria e consistente. Tendo pela frente um período curto de um ano não se consider viável apresentar
candidaturas sérias para 308 concelhos.

O período até 2009 será para o MEP um tempo épico ao serviço de Portugal, de exigência e de desafio. O MEP terá de ser capaz de reunir financiamento a partir de pequenos contributos individuais e de montagem de uma estrutura nacional que leve o MEP a todo o País, num contexto de elevado de cepticismo e de descrença na política.

Longe de qualquer postura de superioridade moral ou de arrogância intelectual, une-nos a vontade de servir, de lutar por um futuro diferente para os jovens e de honrar a memória colectiva do país.

Queremos uma política com alma!
Queremos ajudar a fazer melhor.
...Porque melhor é necessário,
...Porque melhor é urgente,
...Porque melhor é possível!

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Moção de estratégia para 2009


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Moção Estratégica

Ouvimos agora a Moção Estratégica, que se resume em três grandes (ou deveria dizer Grandes?) dimensões:

1º O MEP é o mais sério intérprete da "Política da Esperança";

2º O MEP será o projecto político que mais relevo dá à justiça social, à coesão e à inclusão;

3º O MEP apelará para uma nova geração de políticos e uma nova forma de fazer política.

Melhor já está a ser possível!
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At your places, get ready, go!

Ao fim de dia e meio de trabalhos o MEP acabou de aprovar o seu programa político.
05 de Outubro de 2008
11h37m
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Parabéns República!







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entusiasmo




No 2º dia, o Congresso reabre os trabalhos com o cantar entusiasta do Hino MEP, seguindo com as propostas de alteração ao Programa para posterior aprovação ainda da parte da manhã

Olha bem que o caminho que aí vem,
É só teu, não é de mais ninguém.
Pedra a pedra tu constróis a tua estrada
E essa força não pode ficar parada

Portugal é o país que te dá cor,
Sabes bem que é possível ser melhor.
Passo a passo vai subir àquele monte,
Passo a passo vais construir uma ponte.

Melhor é possível!
Acredita!
Melhor é possível!
Dá a mão
Aos teus pais e aos teus filhos
E à tua geração.

Portugal é o teu país,
Portugal que promete.
Pela paz e a p'la justiça,
Confia, sê um MEP!




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sábado, 4 de outubro de 2008

É preciso sonhar

Lançado o mote de que é preciso sonhar para que as coisas aconteçam, o 1º dia (histórico) do Congresso continua com a apresentação e debate em torno da visão sectorial do MEP para as áreas da Educação, Família e Solidariedade Social, Economia e Finanças, Ambiente, Justiça, Negócios Estrangeiros, Cultura e Cidades.




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Ao vivo!

Congresso do MEP é aberto a todos em: http://www.mep.pt/
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Tomada de Posse da Direcção

Presidente: Rui Manuel Pereira Marques, Lisboa
Vice-Presidentes:
Margarida Neto, Lisboa
Angelo Ferreira, Aveiro
Joaquim Pedro Cardoso da Costa, Lisboa

Secretária-Geral: Rui Nunes da Silva, Lisboa
Tesoureiro: Miguel Angelo Alves, Lisboa
Vogais:
Francisca Assis Teixeira, Lisboa
Luis Sousa, Porto
Maria Assis Swinerton, Lisboa
José Costa Ramos, Lisboa
Anabela Rodrigues, Lisboa
José Meireles,Braga
Raquel Pereira, Lisboa
Miguel Oliveira, Porto.

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Momentos históricos

Estão abertos os trabalhos do 1ª Congresso do MEP.
Para todos nós, envolvidos neste Movimento, é um momento histórico.
Acreditamos que também possa ser para o país!!!
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....cumprimento das formalidades


Com uma taxa de participação de 62% os membros do MEP cumpriram as formalidades, previstas por lei, com a eleição dos seus corpos dirigentes

PRESIDENTE DO MEP Rui Manuel Pereira Marques, Lisboa

MESA DO CONGRESSO PRESIDENTE Margarida Maria de Olazabal Cabral, Lisboa
VICE-PRESIDENTE Ana Rita Barreira Duarte Bessa, Lisboa
3 SECRETÁRIOS
Gina Maria Alves Meleiro, Braga,
Pedro Manuel Rodrigues da Silva Madeira e Góis,Cantanhede
Rui Manuel Cerdeira Branco, Lisboa

CONSELHO DE JURISDIÇÃO
PRESIDENTE
Sebastião Silveira Vianna de Sousa Pinto, Porto
VICE-PRESIDENTE
Joana Aires da Silva de Morais e Castro Martins dos Santos, Porto
VOGAL
Pedro Miguel Lima das Neves Pais de Almeida, Lisboa

CONSELHO NACIONAL
Ana Luísa da Silva Roberto Nunes da Silva, Lisboa
António Gil d'Orey de Andrade Campos, Aveiro
Bernardo Maria Morais David da Cunha Ferreira, Lisboa
Carlos Manuel Ribeiro Albuquerque, Lisboa
Celina Verónica Gonçalves Rodrigues, Aveiro
Fernando Emanuel de Pina Mendes, Lisboa
Hugo Luís Martinez de Seabra, Mafra
João Afonso Sequeira Pereira Bastos, Oeiras
Jorge Diamantino Gomes Sousa, Braga
Jorge Manuel Lima Pinto Mayer, Porto
José Eduardo Piedade de Oliveira, Lisboa
Leonor Amélia Guimarães Corrêa de Sá, Porto
Luís de Olazabal Cabral, Lisboa
Luís Miguel Castanheira Pinto, Lisboa
Luís Gonzaga Vieira da Gama Lobo Xavier, Lisboa
Maria Cecília de Carvalho Morgado Belo Dias Costa, Abrantes
Maria Inês Horta Correia Ramirez de Morais Sarmento, Mafra
Maria Isabel Gomes Cunha, Amadora
Maria Isabel Sanchez Horta Correia Rio Carvalho, Lisboa
Maria José Correia Botelho Soares de Oliveira de Lucena e Vale, Lisboa
Marta Maria Martins Soares Gonçalves Pereira, Lisboa
Michael Gonçalves, Arganil
Miguel Henrique Bandeira Vieira Martins dos Santos, Porto
Nelson Luís Pedroso Gomes, Leiria
Nuno Reis e Almeida Frazão, Lisboa
Nuno Lobo Antunes, Cascais
Rui Miguel Ivo Lopes, Porto
Sandra Maria Galvão Jorge Rodrigues Cabral, Lisboa
Sofia Pavia Mantero Morais Duarte Silva, Lisboa
Sónia Patrícia Diz Rodrigues, Braga
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Alea jacta est



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A decisão do Caminho



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sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Leituras

Laço dá 500 mil euros para unidade especial de diagnóstico e tratamento do cancro da mama, no Sol
Novo partido MEP quer estar entre os três maiores partidos em cinco anos, no Sol
Novo partido MEP quer estar entre os três maiores partidos em cinco anos, no Expresso
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Leituras

Medidas contra a crise, Eduardo Dâmaso no Correio da Manhã
Casamentos homossexuais, Francisco José Viegas no Correio da Manhã
Processos demoram 3 anos até sentença, no DN
Segurança: Falta de confiança aumentou nos últimos seis meses em Portugal, no Público

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Política e ética

Uma excelente base para reflexão, de Marina Costa Lobo, no Jornal de Negócios: Política e ética.

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quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Donos da democracia

Tive recentemente a oportunidade de ouvir uma daquelas pessoas ímpares, que são verdadeiras no que dizem e que agem de acordo. Além disso, somava ao saber de muito trabalho a sabedoria que só o tempo e uma vida preenchida proporcionam. A pessoa de que falo mostrava-se, naturalmente, muito preocupada com o rumo de Portugal, com as condições de vida dos portugueses, não apenas económicas, mas também noutros planos da nossa vivência.
Tendo vivido a transição da ditadura para a democracia com enorme expectativa quanto ao futuro, sentia-se muito desiludido com o desenrolar dos acontecimentos e atribuía grandes responsabilidades à nossa classe política.
No fundo, aquilo que sublinhava, com maior propriedade e conhecimento, não era mais do que aquilo que a maioria de nós, de alguma forma, sente. Mas há quem nos procure convencer permanentemente de que, nas eleições, temos a oportunidade de influenciar determinantemente o curso dos acontecimentos, escolhendo novos representantes, novos governantes, e que tudo melhorará. Nada disso tem acontecido.
A liberdade que a democracia trouxe resume-se hoje a uma pálida imagem daquilo que foi desejado e prometido, sendo muitas vezes apenas um pântano de formalidades. O desenvolvimento está muito aquém do imaginado, daquilo que era possível ter construído, e as condições económicas da grande maioria das pessoas estão a deteriorar-se gravemente.
Estamos muito melhor do que há trinta anos, é verdade, todos o reconhecemos. Porém, não podemos ficar por tão pobre ambição. Melhor é possível e urgente.
Para a pessoa de que vos falo, a situação política portuguesa havia-se degradado de tal forma que os partidos que temos procuravam o poder pelo poder, tendo perdido a noção de serviço, de missão. Tornaram-se agências de emprego, de distribuição de benesses, de compadrios.
Nessa voragem procuram os meios para se manterem ganhadores de eleições, servindo interesses pessoais e daqueles que lhes servem de suporte para voltar a ganhar – um ciclo vicioso. Essa tendência, essa cegueira gananciosa, fez crescer o Estado tentacular, omnipresente, reduzindo a liberdade e a responsabilidade dos cidadãos, ao mesmo tempo que, de forma inversamente proporcional, aumentou os gastos do orçamento, o esbanjamento da riqueza que produzimos, sem quaisquer vantagens para as pessoas.
A necessidade de novas formas de actuação política, de políticos que servem, em vez de se servirem, é uma urgência. Mas é também premente uma nova mensagem aos portugueses, a de que o país só melhorará se eles tomarem em mãos a responsabilidade individual de promover a mudança.
Precisamos, como de pão para a boca, de menos Estado, de mais liberdade, de mais responsabilidade individual e solidária. É a sustentabilidade do país que está em causa. Aqueles que se apoderaram da democracia, como se fosse sua, teimam em prosseguir um caminho esgotado, bom para eles, mau para a maioria. Embora todos falem em mudança, especialmente em tempo de eleições, não têm ideias e propostas novas, nem serão capazes de actuar com verdadeiro respeito pelos valores apregoados.
Há por aí muitos ditadores vestidos de democratas, que julgam poder actuar como proprietários da liberdade alheia e tudo fazem para a diminuir. Instalados, insaciáveis, têm medo que os descubram e se acabe o banquete.
Como dizia o sabedor homem, está na hora de os desinstalar do poder e devolver às pessoas a capacidade de conduzirem os seus destinos.

Publicado no Diário de Aveiro de 30 de Setembro de 2008

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