Mostrar mensagens com a etiqueta Internet. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Internet. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 16 de março de 2009

Melhor informação, por favor!

Já não é a primeira vez que se escrevem coisas semelhantes mas esta notícia é a mais escandalosa que vi até agora sobre o tema.

Para que conste:

A 27 de Novembro de 2008 o MEP tornou-se o 1º partido português a apresentar uma sessão em directo pela internet com resposta em tempo real a perguntas recebidas através do seu site: http://www.mep.pt/MEPDirecto.html.
Foi o 1º partido a inaugurar um canal próprio de TV na internet (http://www.mogulus.com/melhorepossivel) utilizando-o para anunciar a candidatura de Laurinda Alves ao Parlamento Europeu. Veja-se o telejornal da RTP nesse dia: http://www.youtube.com/watch?v=7t8kankk3-w.
Das acções inovadoras promovidas pelo partido contam-se ainda, entre outras, a transmissão em directo do debate "Portugal, que razões de Esperança?", no Porto, com Clara Sottomaior, Bento Amaral e Rui Moreira e a 1ª grande entrevista emitida em directo num canal do próprio partido, conduzida por Ana Sousa Dias a Rui Marques (http://www.selfcast.com/mep).
Em termos de presença na WEB2.0, o MEP está, desde o primeiro dia (3 de Março de 2008) presente no Twitter,Facebook,Hi5,Youtube,Tchnoratti,TST,Slideshare,Picasa,MySpace, entre outros, liderando este segmento, como já foi reconhecido por vários meios (http://pauloquerido.pt/politica/psd-renova-site-web-social-chega-finalmente-aos-partidos/, http://prdantenaum.blogs.sapo.pt/81824.html).

Consta que o MEP é um dos 16 partidos portugueses e em todos estes momentos não faltou divulgação ou notícias na comunicação social a confirmá-los.
Para verificar a presença inovadora do MEP na internet e a adesão que tem tido nas redes sociais basta visitar o nosso site e, a partir dele, explorar as infinitas ramificações.

Que mais se pode dizer do artigo publicado?
(Ler tudo)

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

A “FAGMILIA CRISTIANA” ITALIANA E OS IMIGRANTES - UM EXEMPLO DE CORAGEM

" Primeiro vieram atrás dos Comunistas e eu não os defendi porque não era Comunista. Depois vieram atrás dos Judeus e eu não os defendi porque não era Judeu. Depois vieram atrás dos Católicos e eu não os defendi porque era Protestante.Depois vieram atrás de mim, mas nessa altura, já não havia ninguèm para me defender» ( Pastor Martin Niemsller- 1945- capitão de um submarino alemão durante a II Guerra Mundial que se tornou Pastor. Apoiou inicialmente os Nazis mas afastou-se em 1933. Foi detido em 1937, condenado por traição e enviado para um campo de concentração, onde permaneceu até ao final da II Guerra Mundial)
*******
“Estes direitos (direito a ter uma pátria própria, a vier livremente no próprio país, a conviver com a própria família, a desenvolver o próprio património étnico, cultural, direito à dignidade, entre outros...) encontram uma concreta aplicação no conceito de bem comum universal. Isso abrange toda a família dos povos, acima de todo o egoísmo nacionalista. É neste contexto que se considera o direito de emigrar. A Igreja reconhece-o a cada homem no duplo aspecto da possibilidade de entrar num outro à procura de melhores condições de vida. Certamente, o exercício de tal direito deve ser regulamentado, porque uma sua aplicação indiscriminada originaria danos e prejuízos ao bem comum das comunidades que acolhem os migrantes. Frentes ao emaranhado de muitos interesses, ao lado das leis de cada país, são precisas normas internacionais capazes de regulamentar os direitos de cada um, assim como para impedir decisões unilaterais com prejuízo dos mais fracos”. (02.02.2001 – Mensagem do Papa João Paulo II para o Dia do Migrante e Refugiado)
******
Num editorial recente, a revista Família Cristã, assinado por Beppe Del Colle, lançou novas críticas ao governo Berlusconi a respeito de recentes medidas contra a imigração ilegal adoptadas em Itália e desejou que "não seja certa a suspeita" de que na Itália esteja a renascer o fascismo "sob outras formas".
É claro que o governo de Berlusconi haveria de protestar e, de facto, protestou.
Sucede que o próprio Vaticano, através do porta-voz, veio também esclarecer que a revista não representa a "linha da Santa Sé nem da Conferência Episcopal Italiana (CEI)" e que "suas posições são, portanto, responsabilidade de sua direcção".

Num editorial sem assinatura, a revista enfatiza a sua autonomia deste modo: "Família Cristã nunca pretendeu expressar a linha política da Santa Sé e da CEI, que possuem os seus próprios jornais, mas procurou sempre orientar-se pelo princípio 'in certis oboedientia, in dubiis libertas', confirmado pelo Concílio Vaticano II: total, apaixonada fidelidade à doutrina da Igreja, liberdade de juízo sobre as questões políticas e sociais até onde não tocam os princípios e os valores 'irrenunciáveis' que descendem do Evangelho".
No editorial refere-se que a imprensa católica, ao contrário de "quase todos os outros meios de comunicação, não tem por trás nenhum conflito de interesse, público ou privado, não tem ligações nem económicas e nem políticas com nenhum grupo hegemónico na sociedade civil".
A revista defende-se ainda das respostas do actual governo lembrando que também criticou o Governo de Romani Prodi, sobretudo na questão da legitimação das "uniões de fato", assim como agora denuncia a iniciativa de Berlusconi de registar as crianças ciganas.
"Acreditamos não poder omitir nossa oposição”, afirma o editorial, sublinhando o direito de, em democracia, “expressar em plena liberdade os próprios juízos críticos, com base em princípios e valores, no nosso caso, os cristãos, compartilhados por muitos cidadãos".
*****
Os imigrantes fazem parte da solução, não do problema.

A este propósito ocorre-nos que nunca será por demais recordar as palavras do ex- secretário-geral das Nações Unidas, Kofi A. Annan(2002):

“Um dos maiores testes a uma União Europeia alargada, nos próximos anos e décadas, será a maneira como gere o desafio da imigração. Se as sociedades europeias estiverem à altura do desafio, a imigração será um factor de enriquecimento e irá fortalecê-las. Se o não conseguirem, isso pode ter como consequência uma descida do nível de vida e a divisão social. Não há a menor dúvida de que as sociedades europeias precisam de imigrantes. Nos nossos dias, os europeus vivem mais anos e têm menos filhos. Sem a imigração, a população dos Estados membros da UE, que em breve somarão 25, diminuirá, passando de cerca dos actuais 450 milhões para menos de 400 milhões, em 2050.
Isto não se passa apenas na UE. O Japão, a Federação Russa e a Coreia do Sul, entre outros, podem vir a conhecer um futuro semelhante - situações em que haverá cargos que ficarão por ocupar e serviços que não poderão ser prestados, à medida que se dá uma contracção das suas economias e as sociedades estagnam. A imigração só por si não resolverá estes problemas, mas é uma parte essencial da solução”.
“Gerir o fenómeno migratório não implica apenas abrir as suas portas e colaborar no plano internacional. Também exige que cada país desenvolva mais esforços para integrar os recém-chegados. Os imigrantes devem adaptar-se às novas sociedades que os recebem e estas têm igualmente de se adaptar. Só graças a uma estratégia criativa de integração dos imigrantes os países podem assegurar que estes enriqueçam a sociedade de acolhimento, em vez de trazerem instabilidade. Ainda que cada país aborde esta questão de acordo com o seu próprio carácter e cultura, nenhum deveria esquecer o enorme contributo que milhões de imigrantes deram já para as sociedades europeias modernas”

"Todos os que estão empenhados no futuro da Europa e na dignidade humana devem, por isso, tomar uma posição clara contra a tendência para fazer dos imigrantes os bodes expiatórios dos problemas sociais. Eles não querem viver à custa dos outros. Querem uma oportunidade justa para eles próprios e para as suas famílias. Não são criminosos, nem terroristas. São pessoas respeitadoras da lei. Não querem viver isolados do resto da comunidade. Querem integrar-se, mantendo, simultaneamente, a sua identidade própria. Neste século XXI, os migrantes precisam da Europa, mas a Europa também precisa deles. Uma Europa fechada seria mais egoísta, mais pobre, mais fraca e mais velha. Uma Europa aberta será uma Europa mais justa, mais rica, mais forte e mais jovem, desde que saiba gerir bem as migrações”.


****

Como é sabido, os imigrantes foram já identificados no nosso País como um dos grupos alvo, pela sua particular vulnerabilidade à exclusão social (ver Plano Nacional de Acção para a Inclusão 2006-2008).
Entre outras medidas, para promover acções de apoio à criação de emprego, formação, qualificação e apoio técnico e financeiro junto de pessoas com particulares dificuldades de inserção no mercado de trabalho foi já adoptado o “Programa de Intervenção Mercado de Trabalho Inclusivo” .
Para além daquele, foi ainda adoptado o “Programa de Intervenção para Desempregados Imigrantes” (destinado a facilitar a inserção social, cultural e profissional dos imigrantes através do desenvolvimento de competências básicas no domínio da língua portuguesa e em cidadania, de acções de formação e apoios à criação de emprego).

Por fim, o Plano para a Integração dos Imigrantes veio definir um roteiro de compromissos concretos, com o objectivo de operar um “salto qualitativo eficaz nas políticas de acolhimento e integração dos imigrantes” e, por aí, afirmar o Estado português como o “principal aliado da integração dos imigrantes”.

Ora sabendo-se do compromisso político, tantas vezes reiterado nos últimos anos, de contribuir activamente para a integração plena dos imigrantes na nossa sociedade, assumido, aliás, em conformidade com as directrizes de Bruxelas, que pretende compensar e justificar a “ferocidade” da política europeia em matéria de admissão de nacionais de países terceiros ( a este respeito veja-se o caso da designada infame “Directiva do Retorno”) com políticas de integração generosas, a reforma do Código do Trabalho em curso, creio poder oferecer, sem dúvida, uma oportunidade para concretizar todas estas belas intenções ao nível juslaboral, não se justificando por mais tempo a ausência de um regime de tratamento específico do trabalho prestado pelos trabalhadores estrangeiros compatível com a manutenção do principio constitucional da equiparação entre nacionais e estrangeiros.

E crê-se que tal desiderato poderia traduzir-se, numa adequada revisão dos termos em que o actual Código do Trabalho consagra o princípio da igualdade de tratamento, aligeirando-se, em homenagem aos propósitos de simplificação e desburocratização, as formalidades exigidas para a celebração de contratos de trabalho com estrangeiros.


JMCM

(Ler tudo)

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Até dia 28


Com transmissões e vídeos de excelente qualidade, vale a pena seguir a Convenção Nacional Democrata, em Denver, atavés do site oficial.

(Ler tudo)

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Cavaco Silva, Durão Barroso e a Blogosfera!

No recente encontro Star Tracking, que teve lugar no Campo Pequeno em Lisboa, o Presidente da República deu, sem hesitações, a sua primeira entrevista ao blog «A Substância da Vida» de Laurinda Alves (vídeo).

Segundo relato da autora da entrevista “Cavaco Silva revelou-se um presidente ‘muito à frente’ ao assumir publicamente e com “uma alegria especial” a sua condição de Star Tracker. O presidente exprimiu o enorme entusiasmo que o movimento Star Tracking lhe inspirou desde o primeiro momento e explicou que foi esse mesmo entusiasmo que o levou a pertencer à rede.” (post).

Para além de ficarmos a saber que o Presidente da República aderiu à rede por a iniciativa se aproximar de ideias que o inspiram na sua acção, ficámos ainda a saber que Cavaco Silva utiliza frequentemente a Internet, o que para muitos portugueses, avessos às novas tecnologias, não deixa de ser encorajador.

O Presidente da Comissão Europeia também foi entrevistado por Laurinda Alves no encontro e falou da “importância de termos uma dimensão europeia” e de adoptarmos uma “atitude realista, positiva e de abertura” (vídeo).

Quer o candidato democrata, quer o candidato republicano, na corrida às eleições dos EUA, criaram sites extremamente interactivos e dinâmicos. Ali encontramos, não só a apresentação dos candidatos e do respectivo projecto político, como também fotografias, vídeos, discursos, documentos, blogs, lojas on line, slogans, comentários, respostas, acções de campanha, downloads, e tudo o mais que se possa imaginar (
Barack Obama; John MacCain).

A sociedade americana vive desta forma intensa o processo eleitoral e o grau de participação política atinge tudo e todos, à escala mundial.

Não deixa de ser insólito que a socialite Paris Hilton tenha feito um vídeo cómico em resposta a um vídeo de campanha do candidato à presidência dos Estados Unidos, John McCain (notícia sol
).

E o que têm as entrevistas de Cavaco Silva e Durão Barroso a ver com a corrida às eleições nos EUA?

Não é todos os dias que o Presidente da República e o Presidente da Comissão Europeia concedem uma entrevista a um blog – por sinal foi a primeira vez!

Mas um pequeno passo pode transformar-se num grande salto. Cavaco Silva apelou no 25 de Abril a uma maior participação política dos portugueses, em especial das gerações mais novas.

Ora, a Internet tornou-se um meio de comunicação de tal forma eficaz que pode ajudar a contribuir para uma maior participação dos portugueses no debate e na acção política, sendo que tendencialmente as gerações mais novas terão maior propensão para as novas tecnologias e para o trabalho em rede.

Os políticos portugueses e os partidos têm em geral descurado a Internet como ferramenta da acção política. Um vídeo colocado na blogosfera ou um comentário a um post seu poderá ser muito mais interessante para alguns eleitores que muitos minutos de televisão.

Quantos deputados da nossa Assembleia da República investiram na criação de um site verdadeiramente dinâmico e interactivo que, para além da informação institucional, possibilite a participação em tempo real dos eleitores que o elegeram?

Quantas redes e grupos de trabalho tipo Star Tracking poderão ser criadas em Portugal?

Estarão os políticos dispostos a participar activamente nessas redes criando pontes com a sociedade civil, seduzindo os mais novos e captando aqueles que nos últimos tempos têm estado mais afastados da política?

Estou seguro que o MEP - Movimento Esperança Portugal está pronto para assumir estes desafios, de outra forma não teria posto o seu projecto de programa à discussão e participação dos portugueses, o que é inédito entre os partidos.

Cavaco Silva e Durão Barroso estiveram bem, marcando a sua presença e dando a cara no encontro Star Tracking.

Tão bem ou melhor esteve Laurinda Alves que também participou no evento e teve a ideia de entrevistar para um blog o Presidente da República, o Presidente da Comissão Europeia e Tiago Forjaz, um dos criadores do conceito.

Se a moda pegar entre os nossos políticos, não penso que alguma vez nos arrisquemos a ter uma corrida a Belém igual à que se assiste no outro lado do Atlântico, mas seguramente teremos mais e melhor participação política dos portugueses.

(Ler tudo)

terça-feira, 8 de julho de 2008

A já famosa apresentação powerpoint do MEP chegou à internet

Ao apostar na internet como meio preferencial para a sua acção e divulgação, o MEP assume-se, também tecnologicamente, como o partido da nova geração, capaz de a conquistar e mobilizar para dentro da política, porque é de uma nova geração que o MEP é feito e porque assim é, usa naturalmente as suas formas de comunicar.

Depois de ter "feito o pleno" na blogosfera no dia em que se deu a conhecer, o MEP apresentou-se com um site dinâmico e interactivo, revelador da democracia participativa que se defende e promove. Foi também o primeiro partido a instalar-se na blogosfera através deste mesmo blogue que todos os dias relembra e demonstra que "Melhor é possível!". Esta atitude pioneira demorou pouco tempo a ser reconhecida, tendo sido amplamente destacada no programa "Janela Indiscreta" do Pedro Rolo Duarte, inteiramente dedicado à blogosfera.

Muito mais se pode esperar do MEP, nestes domínios, num futuro próximo. Por enquanto, é tempo de destacar os novos canais "Melhor é possível", no Youtube e no Slideshare. E é neste último que se pode encontrar a "mais famosa apresentação powerpoint de 2008", aquela que desde Janeiro tem servido de suporte às dezenas de apresentações que o MEP tem feito pelo país. É mais uma boa oportunidade para conhecer melhor o MEP.


(Ler tudo)