Independentemente dos fanatismos, vale a pena pensarmos todos nos nossos hábitos e nas nossas responsabilidades. A natureza merece-o, por si só, para lá de nós, os humanos. E os nossos descendentes merecem o nosso empenho, no fundo, que cumpramos as nossas obrigações. É um dever de consciência, acima de tudo.
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