sexta-feira, 16 de maio de 2008

As listas de espera de Oftalmologia: O MEP faria diferente.

A Ministra da Saúde anunciou hoje a disponibilização de 28 milhões de Euros para a recuperação de listas de espera em Oftalmologia, através do pagamento de horas extra
nos hospitais públicos. Preferiu esta solução à contratualização com as misericórdias – que haviam apresentado uma proposta concreta para resolução desta questão em seismeses – argumentando que "não podemos aceitar que havendo capacidade no Serviço Nacional de Saúde a produção adicional seja prioritariamente contratada fora do sector público da saúde", acrescentando ainda que "essa opção desresponsabilizaria os hospitais públicos e daria um indesejável sinal de abandono do serviço público de saúde", advertiu.

O MEP discorda desta opção política porque:

1. Se havia capacidade no SNS, não se compreende como foi possível chegar a esta
situação de atrasos e enormes listas de espera para consultas e cirurgias em
Oftalmologia. É uma evidência de incúria política.

2. Não se vislumbra que os serviços de Oftalmologia do SNS, actualmente
saturados, possam com qualidade assegurar, como os mesmos recursos
humanos, a duplicação da prestação dos cuidados médicos necessários,
resultantes da acumulação do serviço normal com horas extra.

3. Tendo como alternativa a disponibilidade do Terceiro sector, particularmente
das Misericórdias, para compensar as limitações do SNS, tal possibilidade – em
situação de igualdade de custos - deve constituir a primeira opção, pois
reforça o sector não público e potencializa recursos adicionais ao SNS. Reflete
ainda uma visão “não-estatizante” que reforçaria a oferta de cuidados de saúde
aos portugueses.

4. Se lamenta que esta iniciativa seja tão tardia, resultando de uma resposta
reactiva às iniciativas de alguns autarcas em enviarem para tratamento no
estrangeiro, alguns dos seus concidadãos.

O Estado tem obrigação de garantir a todos os portugueses, cuidados de saúde de
qualidade e adequados no tempo e no espaço. Isso não equivale, porém, a que sejam os
hospitais públicos a terem o exclusivo dessa prestação de serviços. Neste caso, o
Governo decidiu mal. O MEP faria diferente.

[Comunicado Oficial]
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Dos leitores

Partilhamos a mensagem de um leitor do blog, que muito agradecemos. O Melhor é Possível será também um espaço plural de reflexão, aberto a múltiplas interpretações.

«O 25 de ABRIL É PASSADO

Hoje é feriado e o dia está lindo, primaveril;

A Revolução dos cravos é comemorada, por obrigação, pelos políticos de serviço e pouco mais.
Quem puder irá para a praia.

Por mim, serve para lembrar que cada um é responsável pelo seu processo: antes do 25 de Abril havia um sistema paternalista no qual se esperava que o Estado nos protegesse e promovesse o desenvolvimento; a democracia veio dizer que o processo é meu, depende da minha participação. Vivi-a, com 19 anos, procurando o equilíbrio dos excessos.

Agora, cada menos pessoas acreditam que a sua participação activa valha alguma coisa; o Estado é cada mais abusivo, como nunca foi; o abuso vem justificado pela falta de solidariedade, pela fuga aos impostos; de facto surge devido à má gestão e à necessidade de tapar o deficit. À falta de confiança!

Politicamente, vive-se o tempo do ciclo vicioso.

A questão é: como transforma-lo num ciclo virtuoso?

Menos Estado, menos Impostos, menos ASAI, memos fiscalização; menos subsídios;
maior autonomia aos cidadãos, presunção de inocência; acreditar no bom fundo; promover a confiança.
Deixar fluir; encontrar esquemas que evitem os esquemas; ser inteligentes, humildes (não orgulhosos e prepotentes) e confiantes:
Um empresário dá de comer a muitas famílias; vai ser responsável, justo, cumpridor, criativo; O doente merece tratamento; o médico e o enfermeiro vão querer tratá-lo; o professor é uma mais-valia; o aluno é um ser em descoberta, não um aprendiz de inglês e computadores; entre professor e aluno nasce uma relação de respeito; O Pai e a Mãe merecem ser promovidos como Pais e Mães; os Avós como Avós; os filhos são crianças, não coitadinhos, as dificuldades fazem-nos fortes. As cobranças de contratos de adesão são tratadas entre as partes, não pelos Tribunais. Um sem abrigo é feliz, ensina-nos o essencial da vida.
Não promovo o Estado Liberal, promovo o Estado Confiante, que promove o que há a promover, e intervém para evitar o abuso.

O 25 de Abril não morreu; mas passados 34 anos é passado vicioso.
O presente, a esperança, o poderoso agregador de vontades é a CONFIANÇA.»

Fernando de Andrade Ramos
Advogado, Mediador de Conflitos

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Maio...nese

Após o debate, a incansável e atenta Laurinda Alves conseguiu este exclusivo com os protagonistas, que publicou no seu blogue.

Aqui ficam, pela sua lente, as principais ideias de cada um.

http://videos.sapo.pt/vA07EeJtZz4Tckz22iFU
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terça-feira, 13 de maio de 2008

Partidos políticos: criar ou reciclar?


Amanhã, às 21h15, no CUPAV.
(Estrada da Torre, 26 - Lumiar)


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sexta-feira, 9 de maio de 2008

Incontornável

O maradona é muito bom e na blogosfera não há igual!

"(...)Obama não é só idealismo, esperança no futuro e essas merdas assim. Barack Obama é, principalmente, uma espantosa possibilidade de mudar
radicalmente tudo sem que nada do actual regime e estado de coisas seja
posto em causa.(...)

(...)Barack Obama, por ser preto, falar bem e ser muito inteligente, parece-me o benuron ideal para que, nestes tempos pré-revolucionários e de regimes em crise, todos os homens prontos a agarrar (e agradar) com as próprias mãos o futuro baixem (com esperança) a bolinha mais uns tempinhos, sem que para isso seja preciso deslocar um único pintelho do seu devido lugar."


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Rumo ao Porto





O MEP vai-se concentrar, durante este fim de semana, no Porto.

Hoje à noite, haverá uma sessão pública de apresentação do movimento, às 21h15, no Hotel Ipanema (Rua do Campo Alegre). Se está no Porto e gostava de saber mais sobre o MEP, dê um salto até lá!

No Sábado, a cidade das 7 pontes acolhe o encontro de trabalhos sobre eixo III do Manifesto Razões de Esperança: Uma Cultura de Pontes.


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Sessão de apresentação no Porto




Hoje à noite, sessão pública de apresentação do movimento, 21h15, no Hotel Ipanema.

Se está no Porto e gostava de saber mais sobre o MEP, dê um salto até lá!

No Sábado, a cidade das 7 pontes acolhe o encontro de trabalhos sobre eixo III do Manifesto Razões de Esperança: Uma Cultura de Pontes.


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Efemérides

Dia da Europa
Promulgação do Tratado de Lisboa por Cavaco Silva marca Dia da Europa (no jornal Público)
Dia da Europa com um gostinho especial (no jornal Expresso)
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Exemplos

Sopa Rica, em Évora
«Sopa Rica» é «alimentada» por donativos de particulares e empresas
«Sem apoios do Estado e apenas com um subsídio anual do município e as quotas dos seus associados, esta Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) encontra nos contributos do Banco Alimentar Contra a Fome e de particulares e empresas a garantia para confeccionar as refeições.» (leia mais no jornal SOL)

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IM Magazine


Entra já, claro, para a coluna dos sites a visitar!

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Missing the point

A ministra Ana Jorge, durante uma comissão parlamentar, lamentou o acordo celebrado entre a ADSE e o Hopital da Luz. Segundo a ministra, perdeu-se uma boa oportunidade de investir no sector público.

Independentemente dessa opção ser ou não sustentável do ponto de vista do serviço, a mensagem traz consigo, novamente, uma perspectiva meramente ideológica em que o Estado deve ser autosuficiente na prestação de serviços, relegando para os privados e terceiro sector um papel exclusivamente complementar.

As reacções que surgiram pela blogosfera, por contradição, invertem o ponto de vista e lançam novamente o debate sobre o público e o privado. Ouvem-se as razões do costume, sem novidades de um lado e do outro.

No final, falta a pergunta que se impõe: e as pessoas? Será que ninguém consegue por um momento realizar que a Saúde e os sistemas subjacentes existem para servir as pessoas?

Se é delas que se trata, porque não fazer primeiro esta pergunta:

Afinal, o que é melhor para as pessoas?

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Ganhou o MEP

É bom sinal! Apesar da concorrência ser forte...

Damos assim por terminada a votação da tese mais original sobre o MEP, cujos resultados finais foram os seguintes:

- Tese Professor Marcelo
3 votos (11%)

- Tese "Avante"
6 votos (22%)

- Tese São José Almeida
3 votos (11%)

- Tese MEP
15 votos (55%)
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quarta-feira, 7 de maio de 2008

Num jornal perto de si

"O futuro chegou e algumas perguntas impensáveis há pouco começam a surgir, como seja a de saber, até que ponto, devem as instituições financeiras ser responsabilizadas pelo risco subjacente às aplicações financeiras que patrocinam? Ou por outras, se haverá um limite para o erro de análise que não possa ser aceite como risco inerente ao negócio e deva ser considerado como actividade dolosa dos bancos para com os clientes? "
Saudamos a estreia do nosso Rui Cerdeira Branco no Jornal de Negócios.

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Leituras

«Estado, Sociedade Civil e Administração Pública – Para um Novo Paradigma do Serviço Público» é o título do livro coordenado por José Manuel Moreira, professor catedrático da Universidade de Aveiro.
A apresentação pública decorreu hoje na sede da ANJE – Associação Nacional de Jovens Empresários e contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal do Porto, bem como dos outros dois intervenientes na coordenação da obra, Carlos Jalali (Universidade de Aveiro) e André Azevedo Alves (London School of Economics), bem como do responsável máximo daquele organismo empresarial, Armindo Monteiro. (leia mais)

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Concurso Cidades Criativas

Para acompanhar com interesse, o Concurso Cidades Criativas (e o seu blog):

Coordenação
- Universidade de Aveiro – SACSJP

- Associação Portuguesa de Planeadores do Território – APPLA

Comissão Científica
António Câmara (professor U. Nova, Y-Dreams)
Artur Rosa Pires (professor Univ. Aveiro)
Emília Sande Lemos (professora, APG)
Fernando Nogueira (planeador, investigador)
Jaime Quesado (Cidades e Regiões Digitais)
João Caraça (professor ISEG, F. Gulbenkian)
Jorge Carvalho (professor Univ. Aveiro)
Júlio Pedrosa (professor Univ. Aveiro)
Leonel Moura (artista plástico)
Manuel Assunção (Vice-Reitor da UA)
Maria Luís Pinto (professora Univ. Aveiro)
Paulo Ribeiro (produtor cultural)
Rosália Silva (Ministério da Educação)

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terça-feira, 6 de maio de 2008

Exemplos


Sem qualquer sombra de nacionalismo, mas vendo como, em vez das lamúrias e de exigências por legislação compulsiva que "defenda a música portuguesa", se pode apostar naquilo que é nosso, e com sucesso, aqui fica o exemplo reconhecido da Rádio Botaréu, em Águeda.

~

«Botaréu: uma rádio que é de todos os portugueses

A música é 100 por cento portuguesa. O espírito de união da equipa, orientada por Lino Vinhal, reflecte os resultados de audiência obtidos no ano passado e no primeiro trimestre deste ano. As largas dezenas de mensagens dos ouvintes deixadas no site da rádio dá provas da importância social da Botaréu ao unir famílias espalhadas pelo mundo, através da língua portuguesa. No mês de Maio, a Botaréu está de parabéns ao completar 22 anos e de prenda aos seus ouvintes sorteia um carro, cujas receitas revertem a favor de uma obra social. Parabéns a Botaréu e toda a sua equipa e principalmente aos seus ouvintes por darem provas de que o que é nacional é mesmo muito bom.

Lado a lado com grandes rádios nacionais

De acordo com o Estudo Bareme Rádio2007, da Marktest, a Rádio Botaréu, com uma emissão 100 por cento portuguesa, a Rádio Botaréu (100.00 e 101.8 – Águeda), ocupa o 13.º lugar, concorrendo lado a lado com as grandes rádios nacionais. A Rádio Botaréu é assim a rádio local mais ouvida em Aveiro, Viseu e Coimbra, mostrando que a aposta feita na música 100 por cento portuguesa foi uma decisão ousada, mas também a mais acertada.
O ranking de audiência acumulada teve em atenção um universo de 1.604.834 indivíduos, com idade superior aos 15 anos, residentes do Litoral Norte. O estudo da responsabilidade da Marktest coloca em primeiro lugar a RFM, com 16,7 por cento. Em segundo lugar surge a Rádio Renascença, com 9,6 por cento, e em terceiro lugar a Rádio Comercial, com 8,5 por cento. Segue-se a Cidade FM, com 4,6 por cento, a TSF com 4,5 por cento, a Antena 1 com 4,2 por cento, a Antena 3, com 3,7 por cento, a Mega FM com 1,7 por cento assim como a R. Santiago – Guimarães. A Rádio Nova Era apresenta 1,4 por cento, a R. Festival 0,9 por cento, a RC – Rádio Clube 0,7 por cento e a Rádio Botaréu 0,6 por cento. A Rádio Soberania também aparece na lista das rádios mais ouvidas.»
(Leia mais no jornal Beira Vouga)

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segunda-feira, 5 de maio de 2008

Subsidiariedade



Após uma animada e interessante conversa recente que tive sobre o MEP, revisitei este e este posts do Paulo Marcelo, escritos pouco tempo antes da apresentação pública do MEP.

Foi com redobrado prazer que os voltei a ler e a constatar que a oportunidade do princípio da subsidiariedade é de uma evidência atroz.

De leitura obrigatória!
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segunda-feira, 28 de abril de 2008

O MEP e a Família

Têm vindo a ser publicadas, no site do MEP, várias ideias defendidas por alguns membros do movimento que vão dando a conhecer parte do trabalho que está a ser feito, de acordo com o compromisso com que o MEP se apresentou.


Vale muito a pena espreitar a opinião da Margarida Neto sobre a família nas recentes alterações ao Código do Trabalho. Um exemplo concreto de como o MEP encara a política, apontando as virtudes das boas propostas e indicando caminhos para que ainda melhor seja possível.


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quinta-feira, 24 de abril de 2008

Não podia deixar passar


O meu favorito tinha que ser este.
E a razão é muito simples:



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quarta-feira, 23 de abril de 2008

Entrevista de Rui Marques à Rádio Universitária do Algarve



Hoje, pelas 19 horas, o nosso líder, Dr. Rui Marques, dá uma entrevista à Rádio Universitária do Algarve (102.7 FM).

É o MEP em crescimento no Algarve!

Ouça a entrevista online no site da RUA!

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